sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Urso-polar

Urso-polar (nome científico: Ursus maritimus), também conhecido como urso-branco, é uma espécie de mamífero carnívoro da família Ursidae encontrada no círculo polar Ártico. Ele é o maior carnívoro terrestre conhecido e também o maior urso, juntamente com o urso-de-kodiak, que tem aproximadamente o mesmo tamanho. Embora esteja relacionado com o urso-pardo, esta espécie evoluiu para ocupar um estreito nicho ecológico, com muitas características morfológicas adaptadas para as baixas temperaturas, para se mover sobre neve, gelo e na água, e para caçar focas, que compreende a maior porção de sua dieta.
A espécie está classificada como "vulnerável" pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), com oito das dezanove subpopulações em declínio. Entre as ameaças que atingem o urso estão o desenvolvimento da região com a exploração de petróleo e gás natural, contaminação por poluentes, caça predatória e efeitos da mudança climática no habitat. Por centenas de anos, o urso-polar têm sido uma figura chave na vida cultural, espiritual e material dos povos indígenas do Ártico, aparecendo em muitas lendas e contos desses povos.



Tigre-de-Bengala

O tigre-de-Bengala chega a Ter uma altura de 1 metro e pode pesar 300 kg. O seu comprimento pode variar entre 1 e 3 metros.
Entre os carnívoros terrestres eles têm os maiores dentes que podem chegar a 10 cm e as maiores garras atingindo os 8 cm. A força da sua mordida é a mais forte entre todos os felinos.
Esta espécie de Tigre vive em media 20 anos
em vias de extinção
A causa de desaparecimento destes majestosos animais tem sido, exclusivamente, o Homem. Os tigres não têm outros predadores e, para além dos caçadores profissionais clandestinos, também as populações abatem tigres com frequência, já que estes atacam os humanos que invadem as suas áreas, e por esse motivo os humanos matam os tigres. O desastre total pode estar próximo, com o desaparecimento para sempre destes animais da Índia, tanto mais que, em liberdade, os tigres-de-bengala não costumam ter uma esperança de vida muito além de 10 anos e a taxa de mortalidade das crias é muito alta, cerca de 50%, dificultando a recuperação da espécie. Já em cativeiro, podem viver mais de 20 anos




Rinoceronte-de-java

O rinoceronte-de-java (nome científico: Rhinoceros sondaicus, do grego rhino, nariz + ceros, corno e sonda, Sonda + icus relativo a) é uma espécie da família Rhinocerotidae e uma dos cinco rinocerontes recentes. Ele pertence ao mesmo género do rinoceronte-indiano, possuindo muitas características semelhantes. Difere principalmente no tamanho (sendo menor que seu primo indiano), pelas placas dérmicas menos desenvolvidas, e por diferenças craniais e dentárias. Seus cornos são os menores dentre todas as espécies de rinocerontes e, muitas vezes, podem estar ausentes nas fêmeas.
riginalmente, estava distribuído nas ilhas de Java e Sumatra, e através do Sudeste asiático até à Índia, a oeste, e à China, ao norte. Há cerca de 150 anos, sua distribuição já estava reduzida a três populações separadas. Atualmente é encontrado apenas no Parque Nacional de Ujung Kulon, na ilha de Java, Indonésia. A população do Parque Nacional de Cat Tien, no Vietnã, foi extinta em 2010



Orangotango

Orangotango (cujo nome vem de duas palavras da língua malaia que, juntas, significam "pessoa da floresta")1 é um género de exclusivamente duas espécies asiáticas de Grandes primatas. Nativo da Indonésia e da Malásia, os orangotangos são encontrados somente nas florestas tropicais do Bornéu e da Sumatra. Classificado no género Pongo, orangotangos foram considerados uma espécie. No entanto, desde 1996, eles foram divididos em duas espécies: o orangotango-de-bornéu (P. pygmaeus) e o orangotango-de-sumatra (P. abelii). Para além disso, a espécie do orangotango-de-bornéu está dividida em 3 subespécies. Os orangotangos também são as únicas espécies sobreviventes da subfamília Ponginae, que também incluiu várias outras espécies como o gigantopithecus, o maior primata conhecido. Ambas as espécies tiveram o seu genoma sequenciado e parecem ter divergido há cerca de 400.000 anos atrás. Orangotangos divergiram do resto dos grandes primatas há aproximadamente 15,7-19,3 milhões de anos atrás.




Onça-pintada

Onça-pintada (nome científico: Panthera onça), também conhecida por pintada, onça-verdadeira, jaguar, jaguarapinima, jaguaretê, canguru, tigre4 e onça-preta (somente no caso dos indivíduos melânicos), é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas. É o terceiro maior felino do mundo, após o tigre e o leão, e o maior do continente americano. Ocorria nas regiões quentes e temperadas, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, estando, hoje, porém, extinta em diversas partes dessa região. Nos Estados Unidos, por exemplo, está extinto desde o início do século XX, apesar de relatos de que possivelmente ainda ocorre no Arizona.



Panda Gigante

Panda Gigante: animal essencialmente vegetariano e muito brincalhão
- O panda habita as serras de Minshan, Qinling, Qionglai, Liangshan, Daxiangling e Xiaoxiangling,na China. São montanhas cobertas por floresta úmida de coníferas, habitat ideal para a espécie de bambu da qual se alimenta.
– Ao nascer, o panda-gigante é cego e surdo. Tem apenas 10 centímetros de comprimento e pesa de 100 a 150 gramas; vinte dias depois pesa 500 gramas. A pelagem é curta, mas já tem coloração da pelagem dos adultos. 
– Aos 3 meses, os pêlos tornam-se longos. O filhote ainda passa quase o dia inteiro dormindo; aos 7 meses, é esperto e brincalhão. Pesa entre 15 a 20 quilos, e alimenta-se sobretudo de bambu; 
– O panda-gigante é conhecido por sua disposição para brincar, e pela variedade de movimentos e posições engraçadas, como o hábito de plantar bananeira ou caminhar de cabeça para baixo, apoiado sobre as mãos; 
– O panda-gigante é um animal essencialmente vegetariano. Alimenta-se sobretudo de caules, folhas e brotos de bambu e, na falta destes, de raízes, tubérculos, frutos e flores de vegetais variados; 
– Como é um animal de porte razoável (pode pesar mais de 150 quilos), e o valor nutritivo do bambu é relativamente baixo, o panda-gigante precisa comer de 15 a 20 quilos desse vegetal por dia; 
– A baixa taxa de natalidade, a alta taxa de mortalidade infantil e a destruição de seu ambiente natural colocam o panda sob ameaça de extinção. A caça não representa problemas devido às rígidas leis chinesas





Lince Ibérico

O Lince Ibérico possui uma pelagem muito mais manchada do que o resto das espécies de linces. O Lince Ibérico é muito mais pequeno do que o Lince Eurasiático. Esta raça costuma pesar cerca de 12 – 13 kg no caso dos machos e entre 9 – 10 kg no caso das fêmeas, que são um pouco mais pequenas.

A altura do Lince Ibérico macho alcança cerca de um metro de altura enquanto que a fêmea geralmente chega aos 90 cm. A cauda do Lince Ibérico mede de 12 a 13 cm em ambos os sexos.

O Lince Ibérico é um caçador que usa a sua visão e audição excepcional para capturar as suas presas. As presas destes felinos são lebres e coelhos principalmente, apesar de também roedores, veados jovens e inclusive pássaros. Esta espécie é de costumes nocturnos e são solitários; e são activos tanto no Inverno como no Verão.

São parecidos com o Lince Eurasiático e a provável convivência de ambas as espécies nos Pirenéus no passado surpreendem os cientistas. Pode ser inclusive que o Lince Ibérico seja uma subespécie do Lince Eurasiático. O que é certo é que ambos têm um antepassado comum que não partilham com o resto das espécies de linces.

O habitat destes linces são as florestas e os matos das zonas montanhosas e a selva do Coto de Doñana, no sudoeste de Espanha. Durante muito tempo, os cientistas estudaram se haviam linces nos Pirenéus. Parece que um número reduzido deles conseguiu sobreviver. E é que, por desgraça, o Lince Ibérico está num sério perigo de extinção. O número de indivíduos destas espécie de linces é muito menor que o do resto das espécies de linces. Mas é que o seu número também é menor que muitas outras espécies de mamíferos.